NOVA BENE criou comitê e estabeleceu protocolos para suspeitas de Covid-19

Antes mesmo da Organização Mundial de Saúde (OMS) declarar a pandemia do novo coronavírus, a NOVA BENE já estava trabalhando a todo vapor com o objetivo de se preparar para o que viria pela frente. Muitas pesquisas e estudos mostravam a disseminação do vírus pelo mundo e que logo ele chegaria ao Brasil. Devido ao fácil contágio, era questão de apenas algumas semanas até que os primeiros casos surgissem em Ribeirão Preto. Por isso, o hospital criou o comitê Covid-19, para que, quando o vírus chegasse à cidade, a estrutura estivesse organizada e os colaboradores capacitados para receber os pacientes.

O comitê é formado por médico(a) infectologista, médicos e enfermeiros responsáveis pela coordenação de Pronto Atendimento (PA), unidades intensivas e diretoria clínica e técnica, além de enfermeiro da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) Integram essa equipe, também, enfermeiros responsáveis pelos setores de apoio, Psicologia, Fisioterapia, Engenharia Clínica, Farmácia e Recepção. Alinhado por um planejamento estratégico junto a diretoria do hospital, o comitê prevê os rumos da doença e discute soluções.

Simone Gimenes, gerente operacional da NOVA BENE e a enfermeira Melina Monteiro, responsável técnica do Hospital: profissionais não medem esforços para fazer com que os protocolos sejam cumpridos.

A primeira delas é o protocolo assistencial da Covid-19. É como se fosse um “manual”, onde os profissionais encontram as informações essenciais sobre a doença e sobre o tratamento, indicações, quadros clínicos e recomendações, incluindo o fluxo de atendimento diferenciado para os pacientes suspeitos. Todo o conteúdo presente nesse relatório tem como base as determinações da OMS e Vigilância Sanitária e, a cada mudança no cenário, o material é imediatamente atualizado. A NOVA BENE implementou, ainda, um protocolo de transporte desses pacientes dentro das suas instalações. “Os mínimos detalhes também têm grande relevância quando o assunto é assistência de qualidade”, frisa Simone Gimenes, gerente operacional do Hospital.

Em tempos de “fake news”, o hospital adotou algumas medidas para garantir que as informações corretas cheguem até todos os envolvidos.

“Isso está sendo feito com base em treinamentos, cartilhas, videoconferência e vídeos tutoriais, encaminhados via  email para colaboradores e gestores. Já falamos sobre a importância da utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) de forma adequada, como realizar a higienização das mãos, como armazenar a máscara N95 e quais as condutas a serem tomadas na assistência a pacientes suspeitos, entre outros temas. Precisamos dominar o assunto para enfrentarmos a pandemia”, finaliza a enfermeira Melina Monteiro, responsável técnica do Hospital.